O Município

Dados do município.

Dados do município/localização

Fundação: 01/10/1991
Emancipação Política: 01/10/1991
Gentílico: CARNAUBEIRENSE
Unidade Federatíva: PE
Mesoregião: SÃO FRANCISCO PERN
Microregião: ITAPARICA
Distância para a capital: 501,00

Dados de características geográficas

Área: 1.004.667,00
População estimada: 13025
Densidade: 13,00
Altitude: 446
Clima: SEMIÁRIDO
Fuso Horário: UTC-3
A origem do nome Carnaubeira foi por existir uma grande quantidade de Carnaúbas na região, no início do seu povoamento. E Penha foi em homenagem a Nossa Senhora da Penha, a escolhida como sua padroeira, ficando com o nome do município Carnaubeira da Penha.
A ocupação do território começou no ciclo do gado, que iniciou nesta região após a expulsão dos holandeses (1654), a partir da Casa da Torre. Os Garcia D´Ávila concederam grandes extensões de terra a seus familiares pelos vales do São Francisco e Pajeú, estabelecendo as primeiras fazendas. Estas ocupações enfrentaram a resistência dos índios que viviam no Vale do Pajeú, do Piancó e do Piranha entre 1694 e 1702, na chamada "guerra dos bárbaros". Esta resistência fez com que muitos abandonassem suas fazendas. A mando da Casa da Torre, o fazendeiro do São Francisco, o coronel Manoel Araújo de Carvalho, combateu os índios e retomou as terras. Os fazendeiros e vaqueiros tornaram a ocupá-las.

A partir da Lei Imperial do Registro de Terras de 1850 iniciou-se a legalização das propriedades. O governo imperial extinguiu os aldeamentos indígenas em Pernambuco entre 1860 e 1880 e os povos indígenas que habitavam a região se deslocaram para locais de difícil acesso, como as serras de Umã e Arapuá.

Pela Lei Municipal nº 02, em 11 de Abril de 1896 o prefeito de Floresta, o coronel Casé, criou o distrito da Penha, a partir de uma povoação existente na região. Chamava-se Penha em homenagem à padroeira, Nossa Senhora da Penha. O povoado vivia principalmente da pecuária bovina e caprina e da agricultura de subsistência (feijão, algodão, milho, arroz, mandioca e batata-doce).

Segundo a lei municipal nº 2, de 19 de Janeiro de 1948 foi criado no município de Floresta o distrito de Carnaubeira, nome dado devido à quantidade de Carnaúbas existente na região.

Foi elevado à categoria de município com a denominação de Carnaubeira da Penha, pela lei estadual nº 10.626, de 01 de Outubro de 1991, desmembrado de Floresta. A Sede passou a ser no antigo distrito de Carnaubeira, atual Carnaubeira da Penha.

Segundo o Instituto Socioambiental, "a Serra do Arapuá possui 47 núcleos populacionais denominado pelos indígenas de “aldeias”, entre eles a Serra da Cacaria, que geograficamente se distingue dos demais por ser um relevo independente". Nestas aldeias habitam índios Pankará, que estão em processo de territorialização, pequenos agricultores não-índios e médios fazendeiros. Segundo o IBGE, também habita na Serra do Arapuá uma comunidade quilombola, chamada Tiririca dos Crioulos.

Na Serra Umã está a Reserva Indígena dos Índios Atikum, que vivem da agricultura de subsistência.
É costume dos habitantes do município comemorar o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Penha, com shows e eventos religiosos. Em seu folclore há ainda as manifestações pastoris e as quadrilhas apresentadas por grupos escolares em certas épocas do ano.
Em Desenvolvimento
Carnaubeira da Penha tem serras de alto relevo que abrigam as etnias indígenas Pankará e Atikum, nas Serras do Arapuá e Umã, respectivamente, onde mantém a sua cultura e o cultivo da agricultura familiar. Do alto da Serra do Arapuá, o ponto de maior altitude do município com mais de 900m acima do nível do mar, tem-se uma paisagem maravilhosa, com visão que alcança até o rio São Francisco. Já na Serra Umã, encontra-se a Pedra do Gentio, um dos pontos turísticos mais tradicionais e religiosos do município.

HINO DO MUNICÍPIO

Surgiu uma cidade entre serras,
Entre palmeiras chamada Carnaubeira.
Esta planta deu origem a nossa terra,
Carnaubeira! De um povo hospitaleiro.

Resplandece a paz em nosso meio,
Com o calor deste sol que nos abriga. Refrão
Salve ó terra! Que nos acolheu,
Jamais um filho, te esquece, ó mãe querida.

A ti saudamos nossa mãe acolhedora,
Carnaubeira, nosso berço abrasador.
A ti louvamos mãe santa, protetora,
Senhora da Penha, de milagres consagrou.

Com a bravura te defendo, ó terra amada,
Como Herói resistente e incansável.
Teu povo varonil, que hoje branda,
Este hino de gloria, a ti louvável.

Terra santa, agora se exaltou,
Graças aos filhos autênticos, fortes.
Por amor, esta homenagem nos legou,
Com honra, estamos triunfantes.

Eis aqui, todos nós a ti cantar,
Cidade santa, abençoada por deus.
Seio do nosso primeiro lar,
De coração, agradece aos filhos teus.

Solo gigantesco, que nos congratulou,
Mãe sofrida, que no passado sonhou.
Ó terra querida! Hoje a realidade,
È por te chamar: LIBERDADE! LIBERDADE!

BRASÃO


BANDEIRA


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